
Os crimes ocorreram no dia 30 de outubro deste ano, no bairro Vila Olga, em Santa Luzia, Região Metropolitana de Belo Horizonte. Na ocasião dos fatos, o suspeito foi preso em flagrante, com as mãos lesionadas por arma branca. Ele confessou a autoria das execuções e disse ter cometido o crime porque acreditava ter sido demitido do trabalho por causa do primo – que era padrasto das crianças – e também porque estava incomodado com o barulho que os meninos faziam.
De acordo com relatos de testemunhas, o indiciado apresentou uma mudança de comportamento nos meses que antecederam os fatos, como isolamento no trabalho e distanciamento de familiares. A PCMG também ouviu a ex-esposa do suspeito, que narrou episódios de alucinação e crise de ansiedade dele nesse período.
Diante dessas informações, foi solicitado laudo de sanidade mental do investigado à perícia, que concluiu pela insanidade mental do indivíduo, diagnosticado com psicose não orgânica não especificada, classificando-o como inimputável.
O inquérito policial foi remetido à Justiça.