
Devido à difícil acessibilidade do local, a viatura dos bombeiros não pôde se aproximar da cisterna, exigindo uma caminhada de cerca de 1 km pela mata fechada. Ao chegar, a equipe constatou que a onça estava agitada e agressiva, tornando necessário sedá-la para realizar o resgate com segurança.
Os bombeiros montaram um sistema rampante, utilizando árvores de pequeno porte, para facilitar a saída do felino do poço. Após concluir a rota de fuga, os militares se afastaram para permitir que a onça se recuperasse do estresse.
Após algum tempo, a guarnição retornou ao local e constatou que a onça já não estava mais presa na cisterna. Observaram também que o material utilizado para ajudar na saída do animal estava modificado, com marcas de garras e mordidas. Além disso, foram encontrados vestígios da passagem da onça na área próxima, indicando que ela conseguiu retornar ao seu ambiente natural.