
Nesta quinta-feira (6 de julho), o desaparecimento de Evellyn Jasmim Machado Acacio, de 8 anos, completa duas semanas. A garota não é vista desde o último dia 22 de junho, quando sua mãe, Katlyn Oliveira, foi encontrada morta. No dia seguinte, a cabeleireira Ana Raquel Brito, dona do salão onde Katlyn estava, foi encontrada morta dentro de um carro abandonado na BR-040.
A Polícia Civil ainda não divulgou novidades sobre o caso e nem o número de denúncias recebidas sobre possíveis paradeiros da garota. No entanto, acredita-se que a criança esteja viva. As investigações estão centradas nos depoimentos de quatro pessoas presas na última terça-feira (4 de julho), suspeitas de envolvimento no duplo homicídio e no desaparecimento de Evellyn.
Até o momento, o ex-companheiro de Katlyn e pai de Evellyn, Sildirley Silva Acácio Machado, conhecido como ‘Di’, não foi ouvido pelos policiais, uma vez que está preso na Penitenciária de Francisco Sá. A equipe de investigação aguarda para traçar uma linha de investigação mais detalhada, após colher o depoimento de ‘Di’, que já foi apontado como um dos principais traficantes do Estado.
A Polícia Civil realizou duas operações até o momento. A primeira ocorreu no bairro Estrela D’Alva, em Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte, com o objetivo de espalhar cartazes com a foto da menina. O local foi escolhido por ser o principal ponto de influência de ‘Di’. Na segunda operação, realizada na terça-feira, foram cumpridos mandados de prisão e busca e apreensão.
Evellyn Jasmim é filha de Katlyn Oliveira e Sildirley Silva Acácio Machado, o principal suspeito do duplo homicídio e do desaparecimento da criança. ‘Di’ foi previamente identificado como “maior traficante de MG” e pode ter sido o mandante dos assassinatos enquanto estava detido em Francisco Sá.
As motivações para os crimes ainda estão sendo investigadas pela Polícia Civil. Nenhuma linha de investigação foi descartada até o momento, e as autoridades seguem empenhadas em esclarecer o caso e encontrar Evellyn Jasmim Machado Acacio. A polícia solicita que qualquer informação relevante sobre o paradeiro da garota seja compartilhada para auxiliar nas investigações e garantir a sua segurança.