
Segundo as investigações, no dia 2 de dezembro de 2021, o prefeito foi até a casa do vereador para questioná-lo sobre sua posição na eleição da mesa diretora da Câmara Municipal. Ele ameaçou divulgar vídeos que incriminam o pai e o irmão do vereador em um suposto caso de privilégios administrativos na administração anterior.
No dia 30 de dezembro, ele voltou a ameaçar a vítima por meio de um áudio de whatsapp. Ele queria que o vereador votasse a favor da criação da escola cívico militar no município.
O MPMG quer condenar o prefeito pelo artigo 147 no crime de ameaça. Se condenado, Neizon pode pegar até seis meses de prisão.