
O acidente com o helicóptero Arcanjo 4, que resultou na morte de seis profissionais incluindo bombeiros e equipe médica, completa um mês nesta segunda-feira (11 de novembro). O trágico evento ocorreu na região de Ouro Preto, e desde então, aguarda-se o relatório preliminar do Cenipa, que deveria ter sido divulgado conforme norma NSCA 3-13, mas até o momento permanece pendente.
A aeronave, que decolou de Ouro Preto com destino ao Aeroporto da Pampulha em Belo Horizonte, colidiu com uma montanha em um voo que se iniciou às 15h do dia 11 de outubro. Detalhes preliminares sobre o acidente ainda são escassos, e o Cenipa, em nota, enfatiza que a complexidade da situação requer uma investigação multidisciplinar que inclui especialistas de diversas áreas, sem especificar quais sistemas e componentes foram coletados para análise.
Enquanto isso, o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, representado pelo tenente Henrique Barcellos, expressa o luto ainda sentido pela corporação, destacando a continuação do acompanhamento psicológico para os membros do Batalhão de Operações Aéreas (BOA). O foco, segundo ele, está em separar as emoções do trabalho técnico para prevenir futuros incidentes.
O BOA, responsável pela gestão das aeronaves do Corpo de Bombeiros, espera a chegada de novos helicópteros até 2025, totalizando treze unidades. O processo de indenização pela aeronave sinistrada também está em andamento, embora seja um procedimento burocrático e lento.
A investigação do Cenipa segue em andamento, e atualizações sobre o relatório preliminar são prometidas à medida que novos dados forem analisados, embora sem um prazo definido para conclusões finais. O apoio às famílias das vítimas e a manutenção do luto são prioridades contínuas para a corporação.
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