Ejef promove encontro em Núcleo Regional de Sete Lagoas

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Evento realizado em Sete Lagoas tratou do tema “Litigância Predatória, Precedentes e IA: Desafios e Aplicações no Poder Judiciário” (Crédito: Divulgação TJMG)

Visando a capacitação de magistrados e servidores, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), por meio da Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes (Ejef), promoveu, nesta quinta-feira (26/6), o Encontro Núcleo Regional da Ejef de Sete Lagoas, na Região Central do Estado. Durante a atividade, os participantes foram capacitados para que reconheçam os desafios da litigância predatória, a aplicação dos precedentes e as implicações da inteligência artificial (IA) no contexto do Poder Judiciário. 

Com o tema “Litigância Predatória, Precedentes e IA: Desafios e Aplicações no Poder Judiciário”, a ação educacional, realizada no Fórum Desembargador Félix Generoso, também recebeu assessores, gestores e estagiários de comarcas pertencentes ao núcleo. 

No encontro, foram promovidas palestras com assuntos como “Litigância Predatória e Precedentes” e “IA – Desafios e Aplicações no Poder Judiciário”. As apresentações foram ministradas pelo juiz auxiliar da vice-presidência do Tribunal Regional Eleitoral do Estado (TRE-MG) e da Corregedoria Regional Eleitoral, Ronaldo Souza Borges, também coordenador do Centro de Inteligência da Justiça de Minas Gerais (CIJMG), e pela juíza da 2ª Vara Cível da Comarca de Cataguases, Luciana de Oliveira Torres. 

Representando o 2º vice-presidente do TJMG e superintendente da Ejef, desembargador Saulo Versiani Penna, o juiz auxiliar da 2ª Vice-Presidência, Thiago Grazziane Gandra, destacou a importância da presença da escola no interior, ponderando que o encontro é um momento “de juízes e servidores pararem e refletirem sobre o trabalho e tentar, nessa perspectiva de se instruir, melhorar a prestação jurisdicional”. 

“Tanto a questão dos precedentes, como o tratamento da litigância abusiva, têm relação com a gestão adequada da litigância. A gente vive em um contexto de excesso de judicialização e é preciso que sejam encontrados instrumentos para tratar esse volume de demandas de uma maneira uniforme e de uma maneira devida. E os precedentes e o tratamento da litigância abusiva se colocam justamente a serviço disso. E, no fim das contas, teremos uma prestação mais eficiente da Justiça”, disse o juiz e docente na atividade, Ronaldo Souza Borges. 

O juiz diretor do Foro da Comarca e coordenador do Núcleo Regional de Sete Lagoas, Alessandro de Abreu Borges, considerou que o evento impacta “positivamente na formação de magistrados e servidores, com um acréscimo de conhecimento para os participantes”. 

O diretor executivo de Gestão da Informação Documental (Dirged), Thiago Israel Simões Doro Pereira, ressaltou a relevância dos temas tratados para a atualidade no Poder Judiciário. 

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