
A prisão dos funkeiros MC Poze do Rodo e MC Ryan nesta quarta-feira (15), durante a Operação Narcofluxo, realizada pela Polícia Federal, volta a chamar atenção para o histórico recente de investigações e controvérsias envolvendo os dois artistas.
No caso de MC Ryan, os episódios mais recentes vão além da nova operação. O cantor já esteve no centro de investigações policiais e enfrentou forte repercussão após um caso de agressão que impactou diretamente sua imagem pública. No ano passado, ele chegou a ser preso após realizar manobras consideradas perigosas com um veículo de luxo no gramado de um estádio em Piracicaba, no interior de São Paulo.
Outro episódio que ganhou destaque ocorreu em novembro de 2023, quando o artista entrou em uma escola pública utilizando disfarce de aluno. A ação resultou em um processo por danos morais. Meses depois, imagens divulgadas nas redes sociais mostraram o cantor agredindo a então companheira, o que ampliou ainda mais a repercussão negativa.
Já MC Poze do Rodo acumula um histórico mais voltado à esfera criminal. Em maio de 2025, ele foi preso durante uma operação conduzida pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, sob suspeita de envolvimento com apologia ao crime e associação ao tráfico de drogas.
Além disso, o artista também chegou a ser denunciado pelo Ministério Público por crimes como tortura e extorsão mediante sequestro. Em outro desdobramento, foi alvo de uma investigação relacionada a rifas ilegais em 2024, que resultou na apreensão de bens, posteriormente devolvidos.
A nova operação da Polícia Federal reforça o cenário de atenção constante das autoridades sobre a atuação dos dois artistas, que seguem envolvidos em diferentes frentes judiciais.