
A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) confirmou, nesta terça-feira (4), que a mulher conhecida pelas alcunhas “Japinha do CV” e “Penélope” não está entre os mortos da megaoperação policial realizada nos Complexos da Penha e do Alemão, na semana passada. O paradeiro da jovem, entretanto, continua desconhecido.
Durante a ação, realizada na terça-feira (28), circularam nas redes sociais imagens de uma pessoa baleada e caída no chão, vestida com trajes militares e com o rosto desfigurado. As fotos foram inicialmente atribuídas à mulher, apontada como integrante do Comando Vermelho (CV) e responsável por proteger as rotas de fuga da facção.
Em nota enviada à Rádio Itatiaia, a Polícia Civil esclareceu que a pessoa nas imagens era, na verdade, Ricardo Aquino dos Santos, de 22 anos, natural da Bahia, que possuía dois mandados de prisão ativos. O nome dele consta entre os 115 mortos identificados após a operação — número que não inclui nenhuma mulher.
Ainda segundo as autoridades, a confusão se deu devido à semelhança nas roupas e nas circunstâncias das imagens. No entanto, detalhes como o uso de aparelho dentário, além de características físicas como o maxilar e o formato dos pés, não correspondiam à aparência da mulher conhecida como “Japinha do CV”.
A jovem, considerada uma das pessoas de confiança dos chefes do tráfico, segue foragida. A Polícia Civil mantém as investigações em andamento para localizar o paradeiro da suspeita e esclarecer o seu envolvimento com a organização criminosa.























