Operação da Polícia Civil contra cigarros falsificados cumpre mandados em Sete Lagoas e mais quatro cidades de MG; vídeo

Ação investiga fabricação e venda de produtos ilegais no Norte de Minas

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Foto: PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais deflagrou nesta quarta-feira, 11 de março, a operação Dolos, voltada ao combate a crimes contra a propriedade industrial relacionados à falsificação de cigarros de palha artesanais. A ação teve como foco a produção e a comercialização de produtos falsificados que vinham sendo colocados em circulação na região Norte do estado.

As investigações foram conduzidas por equipes da Delegacia Regional de Pirapora e da Delegacia de Polícia Civil em Várzea da Palma. Durante o trabalho investigativo, foi identificado que marcas tradicionais produzidas por empresas regularmente estabelecidas no município estariam sendo copiadas e comercializadas de forma ilegal.

Segundo a Polícia Civil, os produtos falsificados eram vendidos em embalagens muito semelhantes às originais, o que induzia consumidores ao erro e provocava prejuízos financeiros às empresas legítimas da região.

Durante a operação, policiais civis realizaram diligências para reunir provas e elementos relacionados à atividade criminosa. Foram apreendidas caixas de cigarros de palha, além de insumos e materiais utilizados na fabricação dos produtos falsificados.

Todo o material recolhido foi encaminhado para análise pericial. Os exames técnicos devem ajudar a confirmar a falsificação, identificar a origem dos produtos e aprofundar as investigações.

Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos nas cidades de Belo Horizonte, Lassance, Martinho Campos, Pará de Minas e Sete Lagoas.

De acordo com o delegado regional em Pirapora, a comercialização de cigarros falsificados não causa apenas prejuízo econômico às empresas legalmente estabelecidas, mas também representa risco à saúde pública, já que esses produtos são fabricados sem qualquer controle sanitário.

As investigações continuam para identificar todos os envolvidos na cadeia de produção e distribuição dos itens falsificados. Os responsáveis poderão responder por crimes contra a propriedade industrial e outros delitos previstos na legislação penal.

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