
Mesmo com a retomada dos ônibus, o transporte alternativo segue sem operar em Sete Lagoas. Segundo a Cooperseltta, a paralisação é causada diretamente pela dívida da empresa Turi, que já chega a aproximadamente R$ 3.096.000. (três milhões e noventa e seis mil reais.)
De acordo com o diretor executivo da cooperativa, a situação é considerada crítica. Ele afirma que os valores devidos pela Turi não foram repassados, o que inviabiliza a continuidade das atividades.
Sem esses recursos, a cooperativa relata que não consegue arcar com despesas básicas, como a compra de diesel, além de estar com pagamentos atrasados, incluindo benefícios dos colaboradores e compromissos com fornecedores.
A Cooperseltta também tenta na Justiça a liberação de parte dos valores bloqueados para tentar retomar ao menos parte da operação. Ainda assim, afirma que, neste momento, não há condições mínimas para voltar a circular.
Mesmo com decisão judicial determinando o retorno sob pena de multa diária, a cooperativa reforça que a falta de recursos impede a retomada do serviço. O cenário mantém o transporte alternativo fora das ruas, mesmo após o retorno parcial do sistema na cidade.























