Funcionário é preso suspeito de furtar pulseiras de acesso de complexo de lazer e revendê-las em Sete Lagoas

Homem confessou que retirava pulseiras de acesso do estabelecimento e as repassava para um comparsa, que revendia os ingressos.

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O restaurante fica localizado às margens da rodovia BR-040 em Sete Lagoas

Um funcionário de um complexo de lazer localizado às margens da BR-040, em Sete Lagoas, foi preso na manhã deste domingo (28), suspeito de furtar pulseiras de acesso ao estabelecimento e revendê-las ilegalmente com a ajuda de um comparsa.

Segundo a Polícia Militar, a equipe foi acionada após o proprietário denunciar que um funcionário da portaria estaria desviando pulseiras destinadas aos clientes.

No local, o empresário apresentou imagens do sistema de videomonitoramento que, conforme registrado na ocorrência, mostram o suspeito abrindo o compartimento onde as pulseiras eram armazenadas e escondendo os objetos nos bolsos, aproveitando o momento em que outra funcionária se ausentou.

Inicialmente, o homem negou o furto. No entanto, após ser informado sobre a existência das imagens, confessou o crime. À polícia, ele relatou que, ao perceber que o proprietário havia alterado a cor das pulseiras para dificultar a fraude, decidiu queimá-las em um fogão a lenha.

Ainda conforme o boletim de ocorrência, o funcionário trabalhava no local havia cerca de seis meses e praticava os furtos há aproximadamente um mês. As pulseiras eram entregues a um homem conhecido pelo apelido de “Bob”, que seria responsável por revendê-las e dividir o dinheiro obtido com as vendas.

Os militares localizaram o suspeito apontado como responsável pela revenda. Ele negou participação no crime registrado naquele dia, mas admitiu que, em outras ocasiões, comercializou irregularmente as pulseiras em conjunto com o funcionário, repartindo os valores arrecadados.

Como não foi constatada situação de flagrante em relação ao segundo envolvido na data da ocorrência, ele foi apenas identificado e liberado. Já o funcionário recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil.

O caso será investigado para apurar a extensão do esquema, o prejuízo causado ao estabelecimento e a possível participação de outras pessoas.

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