
Uma campanha irretocável. Que rende aos cofres do clube R$ 73 milhões. Que tem o artilheiro da competição (Hulk, com oito gols). E que solta mais um grito de campeão da garganta do torcedor atleticano.
Frieza
Esfriar o jogo desde o início. Não deixar o Athletico-PR ficar à vontade, mesmo em seu estádio. Mas a Arena da Baixada era um verdadeiro caldeirão. Mosaicos, muito barulho e com o gol de Pedro Rocha, aos 20 minutos. Mas a bola bateu no braço do atacante rubro-negro e o VAR invalidou.
O balde de água fria na arena bem quente veio dos pés de Keno. Ou dos pés do próprio Furacão, que saiu errado no meio e a bola caiu nos pés de Vargas, que passou para Zaracho servir o camisa onze, que empurrou para o fundo do gol.
A partir daí o Galo teve o que mais gosta: campo. E quase ampliou com Hulk, que tocou por cima na saída de Santos. O contra-ataque ficou armado e preparado para dar o bote a qualquer momento.
No segundo tempo, o Furacão ainda teve outro gol anulado, dessa vez por impedimento. Mas Hulk ainda quis assinar a temporada. Como se fosse um quadro. E o gol por cobertura (mais um) foi realmente uma pintura.
No fim, o Furacão diminuiu com Jáderson, mas em nada ofuscou o espetáculo.
E o jogo terminou. O Galo se sagrou bicampeão da Copa do Brasil. E o torcedor vibrou. Mas lamentou que o ano mágico tenha terminado. Porque ver esse Atlético 2021 nunca é demais.
Esta matéria está em atualização.