
A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu, nesta quinta-feira (3/4), o inquérito instaurado para apurar os crimes de sequestro, homicídio qualificado, ocultação de cadáver e organização criminosa armada, ocorridos no dia 18 de janeiro deste ano, na cidade de Patos de Minas, no Alto Paranaíba.
Sete pessoas, todas maiores de idade, foram indiciadas por participação direta ou indireta nos fatos. Conforme apurado, alguns dos investigados efetuaram disparos contra a vítima, enquanto outros forneceram armas de fogo e informações sobre a localização do jovem, de 18 anos, alvo da ação criminosa.
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Os investigados pertencem a uma facção criminosa e estariam envolvidos em ações violentas contra integrantes de um grupo rival. A motivação do homicídio estaria relacionada a desavenças entre as organizações criminosas, além do fato de a vítima ter se envolvido com ex-namoradas de rivais.
Crime
De acordo com as investigações, a vítima foi alvo de uma emboscada, após ser convidada para a casa de supostos amigos. O grupo sequestrou o jovem, levando-o para outro local, onde ele foi morto com requintes de crueldade. Após a execução, a vítima teve o corpo ocultado pelos suspeitos, a fim de dificultar a sua localização.
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Conforme apurado, o crime teria sido cometido em um ato conhecido como “justiçamento”, que consiste na aplicação de penas a alguém a despeito da lei e do direito.
Histórico criminal
Um dos investigados também foi indiciado pela tentativa de homicídio cometida contra a mesma vítima, ocorrida no dia 14 de janeiro deste ano.
As investigações também apontaram que um dos indiciados estaria envolvido em um homicídio, ocorrido no dia 1º de dezembro de 2024, e outros três, teriam trocado tiros com a polícia, sendo presos por tentativa de homicídio em 5 de fevereiro deste ano. O trio, segundo apurado, estava em um veículo clonado e planejava sequestrar e executar outras duas pessoas.
As investigações prosseguem a fim de identificar outras pessoas que possam ter participado do crime.
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