
Famílias desabrigadas pela forte chuva que atingiu Juiz de Fora continuam enfrentando incertezas sobre moradia, alimentação e apoio emergencial após os temporais que deixaram dezenas de mortos e centenas de afetados na cidade. Muitas pessoas perderam suas casas ou tiveram as residências interditadas por risco estrutural, o que as deixou sem teto e em situação de vulnerabilidade.
Moradores relatam dificuldades para garantir itens básicos e apontam a necessidade de ações mais rápidas por parte das autoridades. A busca por abrigo provisório, acesso a alimentos, roupas e atendimento médico tem sido motivo de preocupação para as famílias atingidas. As equipes de assistência social seguem cadastrando os desabrigados e oferecendo suporte, mas moradores afirmam que a demora nas respostas gera apreensão.
Além das questões materiais, desabrigados relatam impacto emocional diante da perda de bens e da rotina. A convivência em espaços compartilhados e a incerteza sobre o futuro também têm gerado estresse entre os que aguardam soluções definitivas.
As autoridades reforçam que o número de desabrigados e desalojados ainda está sendo atualizado conforme o avanço das ações de resposta à tragédia. A integração entre Defesa Civil, serviços de assistência social e forças de segurança busca agilizar o atendimento às famílias e reduzir as dificuldades enfrentadas no período pós-cheias.