
Justiça do Rio responsabiliza policiais por alterarem cena de crime que matou jovem grávida em 2021
A Justiça do Rio de Janeiro condenou três policiais militares por fraudarem o local da morte de Kathlen Romeu, jovem de 24 anos que foi baleada durante uma ação policial em 2021. A decisão foi divulgada nesta sexta-feira (20) e representa um novo desdobramento de um dos casos que mais repercutiram no país.
Os condenados são o sargento Rafael Chaves de Oliveira e os cabos Rodrigo Correia de Frias e Marcos Felipe da Silva Salvian. Eles receberam pena de dois anos e 15 dias de prisão, em regime inicial aberto, além de multa. A Justiça também determinou a substituição da pena por medidas alternativas pelo período de três anos.
A condenação ocorreu após recurso do Ministério Público, que contestou a absolvição dos policiais na Justiça Militar em decisão anterior. O novo entendimento considerou que houve fraude processual ao alterar elementos da cena do crime.
O caso remonta a junho de 2021, quando Kathlen Romeu foi atingida por um tiro de fuzil no Complexo do Lins, na zona norte do Rio de Janeiro. A jovem estava grávida e não resistiu aos ferimentos.
Segundo as investigações, os policiais teriam modificado o cenário da ocorrência para simular um confronto armado, o que dificultou a apuração dos fatos. A decisão judicial reconhece que houve tentativa de interferir nas evidências do caso.
Além da condenação por fraude, dois dos policiais ainda vão a júri popular pela morte da jovem, em um processo separado que ainda não tem data definida.
A decisão reacende o debate sobre a atuação policial e a responsabilização em casos de mortes durante operações, especialmente em comunidades. em 2021
A Justiça do Rio de Janeiro condenou três policiais militares por fraudarem o local da morte de Kathlen Romeu, jovem de 24 anos que foi baleada durante uma ação policial em 2021. A decisão foi divulgada nesta sexta-feira (20) e representa um novo desdobramento de um dos casos que mais repercutiram no país.
Os condenados são o sargento Rafael Chaves de Oliveira e os cabos Rodrigo Correia de Frias e Marcos Felipe da Silva Salvian. Eles receberam pena de dois anos e 15 dias de prisão, em regime inicial aberto, além de multa. A Justiça também determinou a substituição da pena por medidas alternativas pelo período de três anos.
A condenação ocorreu após recurso do Ministério Público, que contestou a absolvição dos policiais na Justiça Militar em decisão anterior. O novo entendimento considerou que houve fraude processual ao alterar elementos da cena do crime.
O caso remonta a junho de 2021, quando Kathlen Romeu foi atingida por um tiro de fuzil no Complexo do Lins, na zona norte do Rio de Janeiro. A jovem estava grávida e não resistiu aos ferimentos.
Segundo as investigações, os policiais teriam modificado o cenário da ocorrência para simular um confronto armado, o que dificultou a apuração dos fatos. A decisão judicial reconhece que houve tentativa de interferir nas evidências do caso.
Além da condenação por fraude, dois dos policiais ainda vão a júri popular pela morte da jovem, em um processo separado que ainda não tem data definida.
A decisão reacende o debate sobre a atuação policial e a responsabilização em casos de mortes durante operações, especialmente em comunidades.























