
A Polícia Civil de Minas Gerais concluiu as investigações da Operação Edil, que apurou o roubo ocorrido no dia 21 de fevereiro de 2026 em Sete Lagoas, tendo como vítima um vereador da cidade.
Segundo a corporação, os trabalhos investigativos começaram ainda no local do crime e permitiram a identificação da placa do veículo utilizado na ação criminosa, possibilitando a individualização inicial de um dos envolvidos.
Durante as diligências, investigadores obtiveram e analisaram imagens de câmeras de monitoramento que mostraram a participação de três indivíduos no roubo.
A partir da análise das imagens, a Polícia Civil constatou que um dos autores seria o proprietário do automóvel utilizado no crime. Com base nos elementos reunidos, a Autoridade Policial representou pela prisão preventiva do suspeito, medida que foi autorizada pela Justiça.
O homem foi localizado e preso em Sete Lagoas, sendo posteriormente encaminhado ao sistema prisional.
Durante o interrogatório, o investigado forneceu informações que auxiliaram na identificação de um segundo suspeito. Equipes policiais realizaram buscas em diversos endereços ligados ao homem, porém constataram que ele deixou a cidade após o crime e atualmente é considerado foragido.
Ainda conforme a Polícia Civil, o terceiro envolvido também foi identificado a partir das imagens e dos levantamentos realizados durante a investigação.
As apurações concluíram que o roubo não possui qualquer relação com a atuação política da vítima.
Ao final do inquérito, os três suspeitos foram indiciados pelo crime de roubo. Um deles permanece preso preventivamente, outro está foragido e o terceiro responde ao processo em liberdade.
A Polícia Civil reforçou o compromisso com a investigação qualificada de crimes e com a promoção da segurança pública em Sete Lagoas.























