
A Justiça de Minas Gerais decretou sigilo no processo que apura a morte da capitã da Polícia Militar Michele Leão Azevedo, em Belo Horizonte. A decisão foi tomada na terça-feira (21), antes da realização da audiência de custódia do sargento preso em flagrante pelo caso.
De acordo com informações do Fórum Lafayette, o pedido de sigilo foi apresentado pela defesa do militar. Conforme apurado pela reportagem de O TEMPO, a medida teria sido motivada pela existência de relatos envolvendo aspectos da vida íntima do casal mencionados durante o depoimento do investigado.
Nesta quarta-feira (22), a Justiça deverá decidir se mantém a prisão do sargento, convertendo o flagrante em prisão preventiva ou temporária, ou se ele responderá ao processo em liberdade, mediante o cumprimento de eventuais medidas cautelares.
Segundo a Polícia Civil, o militar é investigado por suspeita de feminicídio. Conforme divulgado anteriormente pelas autoridades, ele levou a capitã já sem vida ao Hospital Odilon Behrens e alegou que ela havia sofrido uma queda de escada. No entanto, a equipe médica informou que a vítima já estava morta havia várias horas quando deu entrada na unidade.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil. Com o decreto de sigilo, o acesso aos detalhes do processo ficará restrito às partes envolvidas e ao Poder Judiciário.






















