Colégio Unifemm suspende atividades por tempo indeterminado em Sete Lagoas

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Foto: Divulgação

O Colégio Unifemm anunciou, nesta terça-feira (28), a suspensão imediata de suas atividades por prazo indeterminado. A decisão foi comunicada oficialmente pela Administração do Colégio Unifemm e da Fundação Educacional Monsenhor Messias (FEMM), que afirma enfrentar dificuldades financeiras que inviabilizaram a continuidade das aulas.

No comunicado, a instituição destaca que a medida ocorre após a greve dos professores, deflagrada com apoio do sindicato da categoria. Segundo a administração, a paralisação aconteceu em um momento em que havia expectativa de superar a crise financeira, com a conclusão da venda de glebas pertencentes à FEMM para regularizar salários e demais compromissos.

A direção informou que solicitou prazo para efetuar os pagamentos pendentes, mas afirma que a proposta não foi aceita pelos profissionais representados pelo sindicato. Diante da impossibilidade de quitar imediatamente os débitos e da ausência de professores para manter as atividades, a instituição decidiu suspender o funcionamento do colégio.

O comunicado ressalta que a prioridade agora é garantir a continuidade da vida escolar dos estudantes. Para isso, a equipe do Colégio Unifemm informou que está adotando medidas para viabilizar a transferência dos alunos para escolas da rede privada ou da rede pública, conforme a escolha das famílias.

A administração também esclareceu que a decisão afeta exclusivamente o Colégio Unifemm. Os cursos de graduação e pós-graduação do Unifemm seguem funcionando normalmente, sem alterações nas atividades acadêmicas.

Na nota, a instituição agradece às famílias, alunos, professores, colaboradores e parceiros pelos mais de 15 anos de atuação do colégio e afirma que a suspensão não representa, necessariamente, o encerramento definitivo das atividades.

Segundo a administração, existe a perspectiva de uma retomada do Colégio Unifemm em 2027, com um novo modelo de operação. No entanto, a instituição ressalta que essa possibilidade dependerá da recuperação das condições financeiras, administrativas e operacionais, sem previsão definida para que isso ocorra.

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