
A Polícia Militar prendeu um suspeito apontado como envolvido no homicídio de um homem encontrado morto em um matagal no bairro Jardim Carolina, em Sete Lagoas. A prisão ocorreu após diligências realizadas com base em informações colhidas no local do crime e relatos de testemunhas.
O corpo foi localizado em uma área de mata na Rua Brasil. A vítima estava sem vida, em posição de decúbito dorsal, sem camisa e vestindo short azul. Durante a perícia inicial, foram constatados sinais evidentes de violência, incluindo cortes na cabeça, no antebraço e na canela, além de arame amarrado na altura dos joelhos, o que indica possível tortura antes da morte.
A perícia técnica da Polícia Civil esteve no local e realizou os trabalhos necessários, liberando posteriormente o corpo para a funerária responsável. Durante o atendimento da ocorrência, uma testemunha se apresentou espontaneamente e identificou a vítima como um homem conhecido pelo apelido de “Balu”, relatando que havia estado com ele poucas horas antes do crime.
Segundo relatos, a vítima teria sido vista sendo agredida por populares após suspeita de invasão a uma residência na região. Testemunhas afirmaram que ele foi puxado para dentro do matagal, onde acabou sendo morto. Informações colhidas ainda indicam que a vítima já havia sido agredida anteriormente por supostos furtos cometidos na mesma região.
Com base nas informações levantadas, os policiais chegaram à identificação de possíveis autores. Durante as diligências, um homem apontado como suspeito foi localizado no bairro Barreiro de Cima. Ao ser confrontado, ele relatou ter presenciado a agressão praticada por outras pessoas, alegando que não participou diretamente do homicídio, mas confirmou a presença de indivíduos conhecidos no local.
Diante dos elementos reunidos, foi dada voz de prisão em flagrante ao suspeito, que foi informado de seus direitos constitucionais e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Sete Lagoas. As buscas continuam para localizar outros envolvidos citados no boletim de ocorrência.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que apura a autoria, a motivação do crime e a participação de cada envolvido.



















