
A Polícia Civil de Minas Gerais investiga a morte da capitã da Polícia Militar Michele Leão Azevedo, que deu entrada sem vida no Hospital Odilon Behrens, em Belo Horizonte. A oficial apresentava traumatismo craniano e diversas lesões pelo corpo. Um sargento da PM foi preso e é apontado como suspeito do crime.
De acordo com o exame médico, a vítima tinha um ferimento extenso na cabeça, além de lesões nas pernas e marcas compatíveis com agressões. A perícia também estimou que a morte ocorreu entre quatro e seis horas antes da chegada ao hospital.
Durante os trabalhos periciais, um cabo de madeira quebrado foi localizado no lixo do imóvel e recolhido para análise. O material poderá contribuir para o esclarecimento das circunstâncias da morte.
Em depoimento, o sargento afirmou que o casal teria consumido bebida alcoólica e ecstasy antes do ocorrido. Segundo ele, os dois mantiveram relações sexuais com práticas de dominação e, posteriormente, Michele teria sofrido uma queda na escada durante a tarde. A versão apresentada pelo investigado está sendo analisada pela Polícia Civil, que busca verificar se ela é compatível com os vestígios encontrados na vítima.
O caso segue sob investigação e, até o momento, as autoridades não divulgaram novas informações sobre a motivação do crime.





















