
Um homem de 43 anos foi preso nesta terça-feira (3), em Sabará, na região metropolitana de Belo Horizonte, por falsificação de bebidas alcoólicas. A fábrica clandestina funcionava, há cerca de oito anos, na casa onde o homem morava com a esposa e dois filhos adolescentes, de 12 e 15 anos. O preço das bebidas falsas chegavam a R$ 300.
A polícia conseguiu chegar ao local após denúncias anônimas de vizinhos que alegaram sentir um cheiro forte de álcool na região. Na casa foram apreendidos centenas de garrafas, embalagens plásticas, rótulos e cerca de mil litros de aguardente que ainda seria envasada.
Segundo a Polícia Civil, o homem comprava a cachaça de revendedores ilegais. O líquido era colocado em embalagens de marcas conhecidas no mercado e vendidas a preços variados. Em alguns casos, o suspeito acrescentava essências às bebidas para disfarçar o sabor. A bebida era vendida para bares da cidade e também na porta da residência do falsificador. Os preços dos produtos variavam entre R$ 1,50 e R$ 300.
Falsificação de bebidas profissional
Em meio às embalagens plásticas e ao ambiente de envasamento caseiro de bebidas, foram encontrados maquinários profissionais ainda embalados para envasamento e rotulagem de garrafas. Também foram achadas garrafas de diferentes tipos de bebidas destiladas. Por isso, a polícia acredita que o homem estava se preparando para expandir e diversificar a produção clandestina.
“Ainda vamos investigar o caso, mas tudo nos leva a crer que o homem estaria se preparando para aumentar e diversificar a produção de suas falsificações”, detalhou a subinspetora Daniele Meireles.
Prisão do suspeito

























