
Após uma semana de paralisação e muitas dúvidas entre os usuários do transporte coletivo, a Prefeitura de Sete Lagoas confirmou que os ônibus voltarão a circular gradativamente a partir das 12h desta terça-feira (16). Mas uma pergunta continua sendo feita por muitos passageiros: afinal, a Turi voltou a operar? A resposta é não.
Embora os veículos que estarão nas ruas pertençam à estrutura da concessionária, a operação do sistema passará a ser administrada pela Prefeitura de Sete Lagoas, por meio da intervenção decretada pelo município.
Na prática, a garagem, os ônibus, as oficinas e os trabalhadores da empresa continuarão sendo utilizados normalmente. O que muda é quem estará responsável pela gestão da operação.
Segundo o acordo firmado entre a Prefeitura, a equipe de intervenção e os trabalhadores, a administração do transporte coletivo ficará sob responsabilidade do Município, que também assumirá a condução das ações necessárias para garantir a continuidade do serviço e a segurança dos pagamentos aos funcionários durante o período de intervenção.
A medida foi adotada após a paralisação dos trabalhadores e diante da crise enfrentada pelo sistema nos últimos dias. Inicialmente, a Prefeitura chegou a anunciar a contratação emergencial de uma nova empresa para operar o transporte coletivo. Porém, após avaliações técnicas, optou por utilizar a estrutura já existente da Turi para acelerar o retorno dos ônibus às ruas.
Com isso, é importante esclarecer: os ônibus que voltarão a circular nesta terça-feira não representam uma retomada da operação pela Turi. O serviço será realizado utilizando a estrutura da empresa, mas sob gestão direta da Prefeitura de Sete Lagoas.
A expectativa é que a retomada ocorra de forma gradual ao longo do dia, até que as linhas sejam normalizadas e o atendimento à população seja restabelecido.
Resumindo:
Os ônibus voltam a circular nesta terça-feira (16), às 12h.
A estrutura utilizada continua sendo a da Turi.
A Prefeitura assume a gestão da operação durante a intervenção.
Os trabalhadores aprovaram o retorno das atividades em assembleia.
A contratação da empresa Transcol foi cancelada.
Essa abordagem é mais jornalística e ajuda a “traduzir” a situação para quem está acompanhando de fora.



















